O que a gente não faz por dinheiro...
Bem... o que a gente não faz pra não ter que trabalhar rsrs...
Já vou avisando que não sou prostituta, mas estou vendendo meu corpo pra ganhar dinheiro.
O idiota da história é o dono de um curtume. Um velho gordo, baixinho e nojento. Conheci a peça quando fui trabalhar de faxineira pra ele.
Não sou uma mulher bonita, mas tenho meus atrativos. Fui iniciada muito cedo, mas fui muito bem ensinada. E como isso é o que prende um homem numa mulher, lá me veio o velho...
A primeira noite que eu tive com ele foi hilária. Tanto que eu nem sei se foram as minhas gargalhadas ou a falta de viagra que o velho broxou.
Ele puxou um colchãozinho de solteiro debaixo da mesa do escritório dele e lá mesmo comecei a trabalhar.
Aquela coisa subiu em cima de mim e começou a tirar a minha roupa. Tentou tirar minha calcinha e o sutiã nos dentes, mas a dentadura não deixou. Ele puxava o tecido segurando o queixo para firmar a dita cuja. Foi aí que eu comecei a rir.
Ele desabotoou o que sobrava dos botões da camisa ensebada que ele sempre veste. Tirou a bermuda samba-canção. E a cueca com o elástico amarrado?
Quando ele subiu de novo em cima de mim, senti algo roçar a minha perna. Fui tocar pra ver o que era, e senti uma coisinha pequena e gordinha embaixo daquela pança flácida.
Senti aquilo meio que enrijecer na minha mão.
- Põe no buraquinho pra mim, põe... - eu não me aguentei e ri de novo. Ri? Não, gargalhei.
Tentei colocar aquela coisinha no "buraquinho", mas percebi que era pequena demais para chegar até lá, mas achei que fosse por causa da dobra da pancinha...
De repente, aquilo foi amolecendo, amolecendo, amolecendo...
Ele tentou penetrar mesmo assim. E tentou. E tentou. E tentou de novo.
- Desculpe, benzinho, tô tão nervoso por possuir isso - apontando para o meu corpo - , que não consigo entrar dentro de você. Adoraria te dar o meu prazer, mas não vai ser dessa vez que vai sentir o gostoso dentro de você...
Aí não me aguentei mesmo. Ele com aquela cara tentando parecer sexy, aquela língua verde lambendo os lábios, falando daquela coisinha flácida como se fosse o pau do ano! Catei minha roupa, gargalhando, e saí nua pela fábrica.